Eu gosto de viajar, de estar com meus amigos, de fazer meus amigos rirem.
De ficar sem fazer nada, de ficar atolada de coisas para fazer.
Gosto de sentar num café e ficar por horas conversando sobre coisas aleatórias que vem em nossas cabeças.
Também gosto de sentar num bar e ficar filosofando sobre a vida e tudo que nos cerca.
Amo meus meus amigos mais que tudo, alguns mais que outros, mas independente disso faço de tudo para vê-los com um sorriso no rosto.
Amo dormir, amo meus sonhos, amo acordar lembrando de algum e correr para pegar o meu caderno antes que o sonho se apague da minha memória.
Gosto de quando acordo e vou logo almoçar, após uma madrugada no
msn ou vendo filmes.
Música é algo além de dependência física e química, por mim uma aula as vezes é mais produtiva quando passo ela escrevendo alguma letra no meu caderno.
Tenho uma facilidade incrível para aprender novas línguas, e pretendo aperfeiçoar isso em mim, as vezes me pego pensando em inglês ou alemão e não é difícil me encontrar conversando em inglês com as pessoas.
Quando me esforço para fazer algo, consigo fazê-lo
exatamente como estava na minha mente e realizá-lo com a maior perfeição possível, quando não é algo que eu queira trabalhar, procuro sempre ficar na média, nada mais além disso.
Aprecio todas as artes possíveis, na literatura sou fã assídua de Jack
Kerouac e outros
beatnicks, sem esquecer é claro dos meus queridos Nietzsche e Schopenhauer e das assassinas P.D. James e
Agatha Christie.
Na música desde criança ouvi
Led,
Doors,
Yes,
Genesis,
Deep Purple, Beatles e por aí vai graças a papai e mamãe, e como agradeço eles por isso! Hoje em dia na lista de artistas foram incluídos desde
Daft Punk até
Rammstein, e não me arrependo de ter feito isso.
Sempre ficava fascinada quando estava dentro do carro indo para Porto Alegre e começava a ouvir
Journey to
the Centre
of the Earth e sempre me perguntava que instrumento era aquele tão bonito, até o dia que descobri que aquilo era um teclado. Qual foi a primeira pergunta da pequena Mariana para o papai quando descobriu isso? Sim, "Papai, posso fazer aula de teclado?".
Assim começou meu amor pelas teclas, que depois de um tempo esfriou por causa de uma professora chata e voltaram quando vi um sintetizador.
Já tentei me socializar com cordas que não são de um piano, até que deu certo, mas não estava com vontade de praticar aquilo, hoje em dia sinto que poderia ter me esforçado mais.
As vezes tiro o dia para sentar no sofá, ligar a TV e ficar jogando algo no vídeo-game, fico concentrada naquilo até enxer o saco, esse tempo varia entre quinze minutos e o dia todo.
Já tem dias que vou na videolocadora ao meio dia, pego 5 filmes e me preparo para ficar o dia inteiro assistindo filmes, desde os mais trashes possíveis até os mais inteligentes.
Normalmente me sinto muito materialista, dou muito valor as coisas que compro, amo minha coleção de CDs e DVDs, meus jogos e vídeo-games, mas acho que hoje em dia é impossível achar alguém que não dê valor as suas coisas materias, então não me culpo por me encaixar na maioria.
Minha criatividade extrapola todos os tipos de limites possíveis, alguns dos meus amigos já até se acostumaram com a frase "TIVE UMA IDÉIA!" saindo da minha boca, o negócio é conseguir tirá-las da minha cabeça e realizá-las.
Gosto de ter memórias guardadas, por isso tenho uma caixa onde guardo grande parte das coisas que já fizeram parte da minha vida, lá estão as histórias que já passei, as internas que já escutei, fatos que nunca vou esquecer, pessoas que já passaram, fotos e cartas. Espero ter meus quarenta-e-tantos anos de idade e rir de tudo isso que hoje é meu presente.
Mantenho sempre meu pensamento de que a vida é perfeita, a gente que põe problemas nela, e dessa maneira normalmente passo a não me preocupar tanto com meus problemas, eles são naturais na vida de qualquer um, a única diferença é a maneira que você se porta diante a eles, se você não os torna maior do que eles já são, ótimo, eles não irão se tornar algo pior e com o tempo eles irão simplesmente desaparecer, se você contribuir com isso, é claro.
Não acho que você precisa respeitar tudo e todos, eu sempre trato as pessoas com simpatia, porque acredito que simpatia atrai simpatia, mas se não me tratam da mesma maneira, não tenho obrigação nenhuma de continuar tendo um sorriso no rosto e frases bonitas pulando da boca.
Tenho uma habilidade muito grande para escrever o que quero passar para as pessoas, portanto espero que isso consiga expressar pelo menos um pouco do que eu realmente sou.
Finalizando com um fato, sou péssima com finais, então prefiro ficar com o clichê.
Fim.